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Centralina

O Município de Centralina está localizado na região fisiográfica do Triângulo Mineiro, fazendo parte da micro-região de Uberlândia(MG). Tem uma área de 354Km², distribuída por um único distrito: o da sede. Faz limites com os municípios mineiros de Canápolis, Monte Alegre de Minas, Araporã e com o Estado de Goiás, com o município de Itumbiara, do qual dista 20 km, todos através de estradas pavimentadas.

 

Pertence à Comarca de Canápolis e à Diocese de Ituiutaba (MG), a sede urbana está localizada à máxima de 510m de altitude. À margem da rodovia BR153, o município dista 90Km de Ituiutaba, 128Km de Uberlândia, 234Km de Uberaba, 24Km de Canápolis, 58Km de Monte Alegre de Minas, 40Km da Br-365 e 20Km com a Divisa de MG/GO; dista dos principais centros: 663Km de Belo Horizonte, 725Km de São Paulo, 450Km de Brasília, 1.160Km de Rio de Janeiro.

  • POPULAÇÃO [2022]: 10.207 pessoas  

  • POPULAÇÃO ESTIMADA [2025]: 10.447 pessoas  

  • DENSIDADE DEMOGRÁFICA [2022]: 31,66 habitante por quilômetro quadrado 

  • NÚMERO DE ELEITORES: 7.876 (2024)

  • COMARCA: Canápolis, Minas Gerais.

  • DIOCESE: Ituiutaba, Minas Gerais.

  • SEDE REGIÃO ADMINISTRATIVA DO ESTADO: Uberlândia, Minas Gerais.

  • ASSOCIAÇÃO MICRORREGIONAL: AMVAP.

  • ADJETIVO PÁTRIO: Centralinense.

  • CIDADES VIZINHAS: Canápolis, Araporã, Monte Alegre de Minas, Tupaciguara e Prata, por Minas Gerais; e Itumbiara, pelo Estado de Goiás.

  • PRINCIPAIS ACESSOS: BR 153 e BR365

  • PIB PER CÁPITA/2024:  R$ 43.978,00

  • ÍNDICE DO ICMS: 0,038287% (2024)

  • COEFICIENTE FPM: 0,80

  • EDUCAÇÃO: 1º e 2º Graus e Cursos Técnicos.

A cidade

História

O fundador da cidade foi o Sr. Nicolau Antônio, natural da Sir-Eldânia, Síria, que nasceu em 02/02/1902. Muita gente viu ai uma coincidência de algarismos que seria o sinal da sua passagem pela vida. Veio para o Brasil com 17 anos de idade, diretamente para a cidade de Monte Alegre de Minas, onde já vivia parte de sua família. No ano de 1930, comprou uma fazenda à beira da autovia "Auto Viação Mineira", hoje BR153, planejada e construída pelo Engenheiro Dr. Fernando Alves Vilela que era estrada batida ligando Uberlândia a Goiás. Centralina nessa época tinha a denominação de "Lagoa Seca".


O lugar era saudável e muito bom. As terras férteis e o solo rico, onde abundava um manancial de águas puras. Não bastasse a proximidade do Rio Paranaíba banhando e adubando a terra, uma série de córregos e ribeirões, além de famosas lagoas, faziam parte do aludido cenário, tanto que o motivo alegado para que o senhor Nicolau Antônio comprasse terras na região foi o de que as terras eram consideradas as melhores do Planeta Terra. O Sr. Nicolau era um homem simples, humilde e bondoso, inteligente, quase analfabeto e despido da ganância e interesse que postavam a maioria dos estrangeiros que se dispunham a viver em nosso país. O Sr. Nicolau não tinha grandes pretensões materialistas, mas mantinha aceso o grande ideal de fazer deste lugarejo, uma cidade grande e conhecida: "A Princesinha do Triângulo Mineiro". Assim, quando aqui chegavam as pessoas, ele doava terrenos (à época doou 6 alqueires) para que construíssem suas casas e ainda lhes arrumava terras para que pudessem trabalhar. Incentivava o trabalhador rural, doando as terras no regime de plantação à meia, arrendamento ou cultivo experimental. Foi também um dos que mais casa construiu na cidade: cerca de 50 unidades.


Outro que também construiu cerca de 60 casas foi o Sr. José dos Santos, todas em ótimas condições. Ele muito se preocupou com a educação, tanto que construiu a primeira escola e ofereceu condições para que de Monte Alegre de Minas viessem as primeiras professoras para alfabetizarem crianças e adultos. O Sr. Nicolau veio a falecer em 22/04/1948, com 46 anos de idade, sendo que menos de 30 anos aqui em nossa região, mas foi o suficiente para impulsionar o crescimento do vilarejo que até então nascia. O Sr. Nicolau não se casou, talvez, por ter abraçado com demasiado ardor a terra que o acolheu com muito carinho.


O povoado, primeiramente, foi denominado de "Lagoa Seca". O nome se devia ao fato da existência de três lagoas que, em épocas chuvosas, eram palco de lazer. Serviam para a prática da pesca, natação e passeios de canoa, mas em épocas de estiagem secavam completamente. A localização de uma delas, a que deu origem ao povoado, é exatamente onde está hoje o Centralina Clube e todo o bairro Nossa Senhora da Abadia. Para o segundo nome "Vendinha, existem duas versões: a primeira conta que, quando o Sr. Nicolau veio para esta região, já existia um pequeno negócio de propriedade do Sr. Alfredo José Faria, nas terras do Sr. Evaristo Ferreira Faria, conhecido como" Neném Brechó ". Lá se vendia o açúcar, o café, sal, querosene, etc... Era comuns as pessoas dizerem: - Vou `a vendinha! Já na segunda versão, a Vendinha seria a venda do próprio fundador, o Sr. Nicolau, abriu para servir a região e todos que por ali passavam. Diz-se, ainda, que o proprietário da tal "vendinha" à época era o Sr. Otávio Batista, que mantinha no prédio o comércio e sua residência. Vendinha designava qualquer estabelecimento de comércio, e a comunidade, vendo que o povoado crescera e as vendas aumentavam, buscava um outro nome, um nome que fosse bonito e assentasse.


No linguajar do povo, um nome que enchesse a boca. Curiosamente, foi um fato ligado à lojinha de tecido do Sr. João Elias Pereira que originou o nome CENTRALINA, terceira e atual denominação. Tornou-se documento, a carta que o Sr. João Elias Pereira, antigo proprietário da vendinha, escreveu para a Sra. Elvira, a pedido do seu filho Jurandir. Através da carta, ele esclarece a procedência do nome Centralinha e conta que na época já procuravam um nome para o crescente povoado e que, faltando mercadoria (tecidos) para a Vendinha, ele foi à Uberlândia renovar o seu estoque. Procurou a Loja Central, famosa e bem sortida de propriedade de Abibo Mansur. Este senhor tratou afavelmente o Sr. João Elias, vendeu no crediário e ainda levou- a passeio pela cidade para conhecer o prédio em construção e mais algumas novidades que a cidade oferecia. Grato pela consideração, o Sr. João Elias voltou impressionado e foi ligando a Casa Central à Vendinha. As letras não combinavam em Central Linha, pois se chocavam. Ele foi manuseando, retirando ali e colocando aqui, até dar origem ao nome CENTRALINA.
Centralina "A Princesinha do Triângulo", foi o nome que sucedeu à Vendinha e passou a denominar o povoado que foi vendido ao Sr. Nicolau Antônio. Centralina, que assim passou a ser denominada em 1935, contava à época com apenas 6 casas. Em 1940 com ocasião do recenseamento geral contava com 38: em 1945 com 105: em 1949 com 231 construções; e, em 1952, foram registrados 252 domicílios. Hoje, mercê do trabalho de seus filhos, a cidade conta com aproximadamente 6.000 moradias e um total de 10.300 habilitantes, registrados na zona rural e urbana do município.
 

Datas Históricas:

- 02/02/1902 nascimento do fundador da cidade Sr. Nicolau Antônio

- 1935 passou a ser denominada Centralina

- 1939 e 1940 primeiro Posto Telefônico.

- 27/12/1948 pela Lei Estadual nº. 336/48, consegui a liberdade política.

- 11/12/1952 foi inaugurado o Correio.

12/12/1953 criado o MUNICÍPIO DE CENTRALINA, fato outorgado pela Lei Estadual nº. 1.039.

- 09/01/1954 instalação do Município.

- 01/02/1955 1º Prefeito eleito.

- 1957 inicio da construção da Usina Hidrelétrica.

- 1971 criada a BANDEIRA DO MUNICÍPIO, pelo Agente Fazendário, o Sr. Daltro Tameirão

  • A 12 de Dezembro de 1953 foi instalado o Município recém-criado, mas somente a 9 de Janeiro de 1954 é que foi comemorado e instituído o Dia Oficial de Emancipação Político Administrativa. Conta-se os historiadores que à época, viriam as autoridades da cidade de Monte Alegre de Minas, no dia 12/12/1953 a fim de homologarem e fazer cumprir a Lei de emancipação para a criação e instalação do Município de Centralina, no entanto, como o período era muitíssimo chuvoso, a estrada que ligava os Municípios ficou interditada, ficando impossibilitado o tráfego. Ficou adiado então, para o dia 09 de Janeiro de 1954 o evento que marcaria o início da cidade de Centralina.

 

  • O Capitão Rufino foi um dos primeiros moradores da região a transitar pela cidade em um automóvel, um Ford 29, que era sensação à época e poucos poderiam dispor de uma condução como aquela.

 

  • As primeiras famílias foram os Farias, os Marques Pereira e os Cristinos. Conta-se que os mais antigos, como o Sr. Cristino Marques, Joaquim Cristino, foram juntamente com o Sr. Nicolau Antônio, fundadores da Lagoa Seca.

 

  • O primeiro telefone que funcionou em Centralina foi na Fazenda Moeda, de propriedade do Sr. Elias Turco.

 

  • O serviço de radiodifusão era feito por Sr. Ferdinando Zeis, proprietário da rádio. Era feito em forma de auto-falante para toda comunidade. Havia show de calouros e muitas propagandas. Acontecia fatos hilários nas propagandas difundidas pela rádio à época dos anos 58.

Informações

LOCALIZAÇÃO

 

O Município de Centralina está localizado na região fisiográfica do Triângulo Mineiro, fazendo parte da microrregião de Uberlândia (MG), há 128km. Tem uma área de 328,81Km² (IGA/SECT), distribuída por um único distrito: o da sede.

Faz limites com os municípios mineiros de Canápolis, Monte Alegre de Minas e Tupaciguara e com o Estado de Goiás, com o município de Itumbiara, do qual dista 21Km; todos através de estradas pavimentadas.

Pertence à Comarca de Canápolis e à Diocese de Ituiutaba (MG).

A sede urbana está localizada à máxima de 777m de altitude no local: Divisa de Município de Canápolis, e mínima de 450m no local: Foz do Rio Piedade, e tem como coordenadas: 18º34’02” latitude S e 49º11’52” longitude W.

À margem da rodovia BR153, o município dista 90Km de Ituiutaba, 128Km de Uberlândia, 234Km de Uberaba, 24Km de Canápolis, 189Km de Frutal, 58Km de Monte Alegre de Minas, 68Km de Prata, 40Km da Br-365 e 17Km com a Divisa de MG/GO; dista dos principais centros: 663Km de Belo Horizonte, 725Km de São Paulo,  450Km de Brasília, 1.160Km de Rio de Janeiro e 1.265Km de Vitória.

Está localizado no vale do Rio Paranaíba.

 

CLIMA

 

É um município considerado de clima tropical, tendo sua temperatura variada entre 18ºC a 38ºC, com uma média de 23,0ºC. É, portanto, um clima quente e úmido, do tipo AW, segundo a classificação de Köppen.

A área está sujeita a uma ação atenuada dos processos físicos e mecânicos, em função da existência de alternância de estações climáticas. Durante o período úmido, correspondente ao verão, predomina a atuação dos processos de intemperismo químico, enquanto que, na estação seca, correspondente ao inverno, atuam mais os processos mecânicos.

Há chuvas na época do verão e é seco no inverno.

As temperaturas médias dos meses mais quentes estão em torno de 21ºC.

A diferença entre as temperaturas médias desses meses é, pois, pequena, isto significa que os verões são muito quentes e os invernos não são tão frios.

As chuvas estão concentradas no semestre que vai de outubro a março, e que recebe cerca de 85% do total anual médio (1.450mm). Esta distribuição e as temperaturas sempre elevadas, são responsáveis pela ocorrência de um período de deficiência hídrica, seguido de outro com excesso de água no solo. Essa deficiência é resultado da diferença entre a evapotranspiração potencial (quantidade de H²O cedida pelo solo e pelas plantas, se não houvesse restrição hídrica), e a evapotranspiração real.

O excedente indica, teoricamente, a água que escoa horizontal e verticalmente após a saturação do solo.

O déficit pluvial anual de Centralina, em torno de 250mm, ocorre nos meses de maio a setembro. Outubro e novembro são os meses em que há reposição de água no solo. O excedente anual, superior a 400mm, se distribui pelos meses de dezembro a abril.

 

SOLOS

 

Os solos dominantes na região são os Latossolo Vermelho-escuro, Latossolo Roxo e Latossolo Vermelho-amarelo e, ainda, a Terra Roxa Estruturada.

Os primeiros são encontrados nos terrenos suavemente ondulados, cobertos, no passado, pelo “cerradão” e pela floresta tropical subcaducifólia. São solos profundos, muito drenados e com textura, predominantemente, argilosa. Os latossolos vermelho-escuros são originados dos sedimentos provenientes da Formação Bauru e são típicos de relevo plano ou suavemente ondulado. Apresentam textura média e arenosa e eram recobertos, principalmente, pelo cerrado subcaducifólio.

A terra roxa estruturada, desenvolvida sobre o basalto, apresenta uma textura argilosa e foi recoberta pela floresta tropical caducifólia.

 

RELEVO

 

O relevo do município é formado por chapadas quase tubulares, com bacias vertentes abruptas, principalmente aquelas voltadas para os vales mais encaixados.

As porções mais elevadas ocorrem a sudeste, onde se encontra o ponto mais alto do município: 791m.

A topografia é concentrada nestes índices:

Plano à 55%

Ondulado à 40%

Montanhoso à 5%

Esta área, com cotas altimétricas entre 700m e 791m é dominada por chamadas de topos tabulares onde ainda é possível a identificação de remanescentes de antiga estrutura aplainada. Funciona como um grande divisor de águas entre as bacias do Rio Piedade, a leste; Córrego da Areia, a noroeste e Córrego do Cerrado, a sudoeste, já fora dos limites do município.

O cerrado e o cerradão ocupam preferencialmente as áreas mais elevadas do relevo, e seus remanescentes, ainda que degradados, podem ser encontrados nas encostas e topos das chapadas das regiões da Moeda e do Retiro.

 

 

BACIAS PLUVIAIS

 

A rede de drenagem do município é relativamente densa, principalmente na sua porção sul. Apresenta um padrão arborescente e é formada por duas pequenas bacias, pertencentes a do grande e principal que é a do Rio Paranaíba.

O Rio Paranaíba, que forma o limite noroeste do município com o Estado de Goiás, corre na área de Nordeste para Sudoeste, recebendo primeiro as águas da sub-bacia do Rio Piedade e depois as da sub-bacia do Córrego da Areia. Correndo de Sudeste para Noroeste, o Rio Piedade separa Centralina dos municípios de Monte Alegre de Minas e Tupaciguara, sendo que o córrego da Onça ou do Retiro, seu afluente, constitui o limite sudeste do município.

Além das águas do referido córrego, o Rio Piedade recebe ainda as dos córregos do Meio, das Posses, do Grotãozinho, da Serra e do Barreirinho.

A outra pequena bacia é constituída pelo Córrego da Areia, que também corre de sudeste para noroeste, formando os limites de Centralina com Canápolis. Tem como afluentes mais importantes os Córregos da Galinha, Corguinho da Guariroba e do Bálsamo.

A porção norte do município é relativamente pouco dissecada pela drenagem e seus terrenos bastante planos, associados à lençóis freáticos elevados, favorecendo a ocorrência de lagoas razonais e de áreas pantanozas.

Os principais rios são: o Rio Piedade, o Córrego do Bálsamo e a Represa de Cachoeira Dourada.

 

POPULAÇÃO

 

De acordo com últimas estatísticas, datadas do CENSO DEMOGRÁFICO 2000, em seus resultados preliminares, a população de Centralina conta hoje (2026), conta com estimados 10.447 habitantes.

No país, Centralina encontra-se na 3045ª posição no ranking no país (5571 municípios), no Estado de Minas Gerais na posição 367ª (de 853 municípios) e na região geográfica imediata na 8ª posição (de 11 cidades).

Desses números, 48% da população são crianças e adolescentes; 31% estão na faixa etária entre 19 e 49 anos e 21% são cidadãos com mais de 50 anos de idade. Veja o gráfico:

A densidade demográfica do município de Centralina é de 31,66 habitantes por quilômetro quadrado, e a média de pessoas por família gira em torno de 5 (cinco).

O nome masculino mais popular é “José”, seguido de “Maria” como o nome feminino mais popular e com “Silva”, sendo o sobrenome mais popular.

 

 

TRABALHO E RENDIMENTO

 

O salário médio dos trabalhadores formais em Centralina no ano de 2023 foi de 1,9 salários mínimos, com 1.494 pessoas ocupando as vagas em postos de trabalhos formais no mesmo ano.

 

EDUCAÇÃO

 

O município de Centralina conta com as seguintes escolas: Escola Municipal “São Januário”, Escola Municipal “Carlos Prates”, Escola Estadual “Belchior de Faria”, Escola Estadual “Wilson de Melo”, Escola Especial “Raio de Sol” e CEMEI Centro Municipal de Educação Infantil.

Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade ficou em 100% no ano de 2022. Em 2023, os anos iniciais do ensino fundamental na rede pública foi de 6,1. Já no quesito matrículas, no ano de 2024, foram 985 no ensino fundamental; 293 no ensino médio. Segundo o IBGE, foram computados 69 docentes do ensino fundamental e 26 no ensino médio, em 2024.

ATIVIDADES ECONÔMICAS

 

A atividade predominante do município é, sem dúvida, a agricultura que toma praticamente 60% da sua área total; seguida da pecuária também bastante difundida. O Município conta ainda com Indústria de Madeira, Indústria de Produtos Alimentares e Ração e Comércio Varejista, além de bares, boutiques e armarinhos em geral.

O município de Centralina desponta no Triângulo Mineiro como um dos principais pólos agrícolas, por apresentar boa infraestrutura de produção, terras férteis, produtores com espírito empreendedor e lavouras com alto índice de mecanização. O Município comercializa sua produção com os mercados de Itumbiara, Uberlândia e São Paulo, no que tange aos produtos agrícolas e, para os insumos, o mercado gira em torno de Centralina, Uberlândia, São Paulo e Itumbiara.

As produções variam, cujas explorações estão voltadas para a pecuária mista e para o cultivo da cana-de-açúcar, milho, soja, abacaxi e lavoura irrigadas (feijão, etc). A agropecuária, então, é a principal atividade do município e apresenta-se com alto grau de diversificação.

Em 2023, o PIB per capita era de R$ 43.978. Na comparação com outros municípios do estado, ficava nas posições 158 de 853 entre os municípios do estado e na 1722 de 5570 entre todos os municípios. Já o percentual de receitas externas em 2024 era de 89,09%, o que o colocava na posição 436 de 853 entre os municípios do estado e na 2390 de 5570. Em 2024, o total de receitas realizadas foi de R$ 71.787.993,34 (x1000) e o total de despesas empenhadas foi de R$ 61.949.186,32 (x1000). Isso deixa o município nas posições 328 e 345 de 853 entre os municípios do estado e na 3056 e 3184 de 5570 entre todos os municípios.

 

                       

SAÚDE

 

A saúde do município está formada por 4 USB (Unidades Básicas de Saúde):

PSF 1 – Dona Maria Tosta, localizada na Avenida Afonso Pena, nº 1673 no Bairro Samir Almeida Brasil, inscrita no CNES 2121522;

PSF 2 – Dr. Ariston Santana de Araújo, localizado na Rua dos Gomes, nº 69 no centro da cidade, inscrito no CNES nº 2121530 e o

PSF 3 – Sebastião Batista de Aguiar, localizada na Avenida Tancredo Batista Barcelos, nº 300 no bairro São Januário, inscrito no CNES nº 2121549.

PSF 4 – Itagina Augusta Campos, localizada na Avenida do Contorno, nº 501, Bairro Nossa Senhora da Abadia e Ana Marques, no CNES Nº 0982865.

A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 10,2 para 1.000 nascidos vivos. As internações devido a diarreias são de 38,3 para cada 1.000 habitantes. Comparado com todos os municípios do estado, fica nas posições 410 de 853 e 148 de 853, respectivamente. Quando comparado a cidades do Brasil todo, essas posições são de 2996 de 5570 e 1444 de 5570, respectivamente.

 

MEIO AMBIENTE

 

Apresenta 59,96% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 90,1% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 24,4% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 497 de 853, 35 de 853 e 394 de 853, respectivamente. Já quando comparado a outras cidades do Brasil, sua posição é 1671 de 5570, 953 de 5570 e 1556 de 5570, respectivamente.

 

 

AGÊNCIAS BANCÁRIAS

 

            O Município de Centralina, conta hoje com três agências bancárias: Banco do Brasil S/A, Cooperativa Sicredi e Cooperativa de Crédito Sicoob Aracoop.

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